Floriano Lott
O rádio foi a pré-história da televisão. Naquele tempo todo pobre
tinha lá seu rádio tocado a válvulas, uma coisa elétrica parecida com garrafas
de cabeça para baixo. Até os rádios dos carros eram assim. Depois vieram os
transístores, um tubinho de dois centímetros.
A classe remediada morava em ruas onde havia energia elétrica.
Tinha um móvel igual a uma vitrine de nome cristaleira, mas neca de cristais
dentro; quando muito, xícaras de porcelana. Todo rádio que não fosse de piso
ficava em cima da cristaleira.
Já a classe média tinha bonde na porta de casa, cristaleira com
copos de cristais, geladeira e ventilador.
Meio às programações radiofônicas tinham os esquetes, curtas peças
de rádio teatro, coisa de cinco minutos, de um modo geral com cunho de crítica
a alguma coisa, de uma maneira engraçada.
Lembro-me de um deles.
Um cidadão contava para o amigo uma briga que tivera com um
desafeto. Dizia que o inimigo deu-lhe um soco no peito, mas ele se
abaixou e o soco pegou na cara. Outro soco na cara, ele se esquivou e o soco
pegou na orelha. Desferido um golpe na direção de seu nariz ele desviou e o
soco pegou na boca, donde o sangue desceu queixo abaixo. A briga acabou e ele
venceu.
Foi então que o amigo perguntou: com tanto soco que você levou,
como você venceu? E ele: você precisa ver como a mão dele ficou vermelha.
Assim é o Lula. Está levando uma surra danada da Justiça e diz que
está ganhando a parada. Seus defensores mais próximos são seu causídico,
defensor de causas perdidas, o chefe da gang dos Sem Terra e o Lindberg Farias,
ex-agitador da UNE.
Para completar a desgraça vêm as mulheres Dilma e Gleise. A pena deve ser proporcional ao delito. Dilma e Gleise é coisa
demais da conta.
E ele se diz vencedor.
Imagina se ele estivesse com o Putin, o Trump, a Marina Rui Barbosa e a Juliana Paes.
Aí não ia ter para mais ninguém.
O rádio foi a pré-história da televisão. Naquele tempo todo pobre
tinha lá seu rádio tocado a válvulas, uma coisa elétrica parecida com garrafas
de cabeça para baixo. Até os rádios dos carros eram assim. Depois vieram os
transístores, um tubinho de dois centímetros.
A classe remediada morava em ruas onde havia energia elétrica.
Tinha um móvel igual a uma vitrine de nome cristaleira, mas neca de cristais
dentro; quando muito, xícaras de porcelana. Todo rádio que não fosse de piso
ficava em cima da cristaleira.
Já a classe média tinha bonde na porta de casa, cristaleira com
copos de cristais, geladeira e ventilador.
Meio às programações radiofônicas tinham os esquetes, curtas peças
de rádio teatro, coisa de cinco minutos, de um modo geral com cunho de crítica
a alguma coisa, de uma maneira engraçada.
Lembro-me de um deles.
Um cidadão contava para o amigo uma briga que tivera com um
desafeto. Dizia que o inimigo deu-lhe um soco no peito, mas ele se
abaixou e o soco pegou na cara. Outro soco na cara, ele se esquivou e o soco
pegou na orelha. Desferido um golpe na direção de seu nariz ele desviou e o
soco pegou na boca, donde o sangue desceu queixo abaixo. A briga acabou e ele
venceu.
Foi então que o amigo perguntou: com tanto soco que você levou,
como você venceu? E ele: você precisa ver como a mão dele ficou vermelha.
Assim é o Lula. Está levando uma surra danada da Justiça e diz que
está ganhando a parada. Seus defensores mais próximos são seu causídico,
defensor de causas perdidas, o chefe da gang dos Sem Terra e o Lindberg Farias,
ex-agitador da UNE.
Para completar a desgraça vêm as mulheres Dilma e Gleise. A pena deve ser proporcional ao delito. Dilma e Gleise é coisa
demais da conta.
E ele se diz vencedor.
Imagina se ele estivesse com o Putin, o Trump, a Marina Rui Barbosa e a Juliana Paes.
Aí não ia ter para mais ninguém.
Muito bom, companheiro Lott. Parabéns.
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