segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Rondon: Inventários do Brasil, 1900 - 1930

Organizado pelas historiadoras Lorelai Kury e Magali Romero Sá, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), editado por Andrea Jakobsson Estúdio, o livro Rondon: Inventários do Brasil, 1900 – 1930 fornece um panorama geral da Comissão Rondon a partir de textos assinados por dez especialistas em diversas áreas do conhecimento, acompanhados de fartas ilustrações, incluindo o valioso acervo fotográfico realizado no período, bem como manuscritos, cadernetas de campo, mapas, aquarelas e etc.

Sob a designação Comissão Rondon, costuma-se reunir as viagens e atividades realizadas por militares brasileiros do setor de engenharia e construção do exército, entre 1900 e 1930, no âmbito dos trabalhos das comissões telegráficas de Mato Grosso (1900-1906) e de Mato Grosso ao Amazonas (CLTEMTA, 1907-1915), incluindo a administração das estações e conservação das linhas; a preparação de relatórios e a criação do Serviço de Proteção aos Índios e Localização dos Trabalhadores Nacionais (SPILTN; as viagens de levantamento e exploração científica de rios, cujo material seria utilizado para a confecção de uma Carta do Estado de Mato Grosso; e, finalmente, a realização dos serviços de Inspeção de Fronteiras aos quais Cândido Mariano da Silva Rondon, o comandante militar da CLTEMTA, dedicou-se de 1927 a 1930.

Mais informações na página da FIOCRUZ.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O Bom de Briga

Floriano Lott        


O rádio foi a pré-história da televisão. Naquele tempo todo pobre tinha lá seu rádio tocado a válvulas, uma coisa elétrica parecida com garrafas de cabeça para baixo. Até os rádios dos carros eram assim. Depois vieram os transístores, um tubinho de dois centímetros.
A classe remediada morava em ruas onde havia energia elétrica. Tinha um móvel igual a uma vitrine de nome cristaleira, mas neca de cristais dentro; quando muito, xícaras de porcelana. Todo rádio que não fosse de piso ficava em cima da cristaleira.
Já a classe média tinha bonde na porta de casa, cristaleira com copos de cristais, geladeira e ventilador.
Meio às programações radiofônicas tinham os esquetes, curtas peças de rádio teatro, coisa de cinco minutos, de um modo geral com cunho de crítica a alguma coisa, de uma maneira engraçada.
Lembro-me de um deles.  
Um cidadão contava para o amigo uma briga que tivera com um desafeto.  Dizia que o inimigo deu-lhe um soco no peito, mas ele se abaixou e o soco pegou na cara. Outro soco na cara, ele se esquivou e o soco pegou na orelha. Desferido um golpe na direção de seu nariz ele desviou e o soco pegou na boca, donde o sangue desceu queixo abaixo. A briga acabou e ele venceu.
Foi então que o amigo perguntou: com tanto soco que você levou, como você venceu? E ele: você precisa ver como a mão dele ficou vermelha.
Assim é o Lula. Está levando uma surra danada da Justiça e diz que está ganhando a parada. Seus defensores mais próximos são seu causídico, defensor de causas perdidas, o chefe da gang dos Sem Terra e o Lindberg Farias, ex-agitador da UNE.
Para completar a desgraça vêm as mulheres Dilma e Gleise. A pena deve ser proporcional ao delito. Dilma e Gleise é coisa demais da conta.
E ele se diz vencedor.
Imagina se ele estivesse com o Putin, o Trump, a Marina Rui Barbosa e a Juliana Paes.
Aí não ia ter para mais ninguém.

6º BEC inicia obras na BR-432/RR

A Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) realizou a cerimônia de assinatura da Ordem de Início da Execução dos Serviços de Implantação e Pavimentação da Rodovia BR-432/RR, objeto de um Termo de Execução Descentralizada (TED) entre o Exército Brasileiro e o DNIT, no qual o 6º Batalhão de Engenharia de Construção é o executante.

As atividades constantes desse TED compreendem um trecho de 12,7 km de serviços de terraplenagem; obras como drenagem, pontes e bueiros; pavimentação; sinalização; além de serviços complementares e de proteção ambiental que possam ser necessários. O 6º Batalhão de Engenharia de Construção (6º BEC) irá atuar no subtrecho localizado entre Vila Central e a sede do município de Cantá-RR, e a execução terá um prazo estimado de 840 dias (pouco mais de dois anos).

Fonte: Noticiário do Exército

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

TRF4 mantém condenação e aumenta a pena de Lula

Terminado o julgamento do recurso da defesa do ex-presidente Lula, contra a condenação pelo juiz Sérgio Moro, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no processo do Triplex de Guarujá, a 8ª Turma do TRF/4, composta pelos desembargadores João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Luiz dos Santos Laus, decidiu, por unanimidade, manter a condenação anterior e aumentar a pena para 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado. A situação do ex-presidente complicou-se ainda mais.

VOCÊ É UMA FRAUDE

COGITO, ERGO SUM
Autor: JBNETO

É óbvio que estou com Descartes. Eu sempre duvido. Em não existindo a dúvida, jamais virá a certeza.

"Sum", do latim, sou, existo. "Dubito" (com acento tônico no u), duvido. "Ergo", então, portanto. Todo o conhecimento nasceu da dúvida. E toda a dúvida se origina na existência. Sem o "ser' não haverá a dúvida, porque o sujeito não haverá, não será, não existirá.

Mas se a dúvida estiver na aceitação da própria existência, não havendo esta última, não haverá o sujeito nem suas dúvidas. Assim, duvidando, Descartes teve a certeza de que existia, não era mera ficção ou simples abstração. Duvidando da própria existência, esta mesma dúvida levou-o a não duvidar da essência, da sua realidade dentro do universo. Se posso duvidar, então existo.

Cogito, ergo sum. Penso, logo existo. Prefiro: ajo, logo existo. Se faço, produzo, sou alguém. Não importa, no caso, meu partido político, minha cor da pele, minha raça, religião, se do bem ou do mal. Produzindo ou destruindo, fazendo ou desfazendo, terei aí comprovada minha existência. Se não existo, não faço.

O fazer deve comprovar a existência. Mas a essência do que existe pressupõe o fazer, com exclusão do desfazer, destruir? A moral, coisa costurada pelo homem e preservada a duras penas, poderia assim atestar. Mas o fito nosso é contestar a própria existência, a minha, a sua, a de todos nós.

Em que ponto do infinito, nós, finitos, mortais, efêmeros, existimos? Como posso eu pensar sobre minha existência, como se um filme focado em uma tela pudesse assistir e interpretar a si próprio? De que forma o ser, crescido desde o nascer em uma redoma inviolável de maldade, pode se autocriticar, tirar conclusões sobre sua vida, sua existência, seu final? Salvo um observador externo ao nosso universo material e espiritual, de posse dos conhecimentos necessários e suficientes, poderia emitir parecer, com relativamente segurança, sobre nossa existência. Ele então nos passaria atestado, que nos serviria como certidão de nascimento, e então, de existência.

Cogito, ergo sum! Dubito, ergo cogito, ergo sum!

Ou seria: Cogito, ergo dubito, ergo sum? Penso, logo tenho direito a dúvidas, portanto existo?

Mero jogo de palavras? Descartes, Sócrates, Platão e outros não pensavam assim. Reflita, amigo. Pense bem. Você pode ser vítima de uma fraude. Você acha que pensa, e conclui que existe. Chega a sentir dores, cólicas, fome, fuma, anda de avião...Claro, eu existo. Se belisca, morde os dedos. Dói muito. Arranca os cabelos. Perde o emprego. Faz sexo. Claro, eu existo. Mas, depois de passar por todos os testes, uma nota de 100 dólares, dada como verdadeira, descobriu-se falsa. O embuste não é o universo. É você. Não se deu conta ainda. Você não vai nem ao menos ter o direito de morrer. Pois ainda não nasceu. Simplesmente não existe. Você é um espaço em branco no texto da vida.

Conselho: aproveite o espaço que te deram, e faça, construa, leia, estude. Corra atrás de um meio de provar que você não é um vazio dentro de uma corrente iônica. Seja pelo menos um traço de união, um hífen. Se já escreveram, produziram o texto, dê-lhe força sublinhando-o, dando-lhe novas cores, engrossando-o com o negrito das boas ações. Melhor ainda, amigo, faça, construa, contribua, dê a sua parte. Você será sempre um embuste para você mesmo se continuar nesse marasmo, nesse mecanismo de relógio atrasado, nessa gorda molécula inerte e parasita da sociedade.


Faça!

VIDA DE TOPÓGRAFO

BRUXISMO
Autor: JBNETO

O inverno de 1965 não estava dos mais frios. Nossa missão: reambulação da região de Cândido de Abreu e arredores em fotos na escala de 1:60.000.

A BR-376, no Paraná, estava ainda em construção. A cidade de Ortigueira ficava na margem direita da rodovia, sentido norte. Atravessamos a estrada que, na época, sem pavimentação, era puro lamaçal. Assim, atolando e desatolando, o barro vermelho cobrindo os jipes, sujando os parabrisas, e pintando de lama os viventes neles embarcados.

As camas estavam montadas. Eram camas toscas, de campanha, uma armação de madeira, uma lona esticada. O frio era suportável. Dispúnhamos de cobertores e, além disso, as lides no campo deixaram nossas carcaças mais resistentes ao gelo paranaense.

Semi-mortos, cansados, nos deitamos. O lampião Coleman a querosene (hoje a gás propano), iluminou nossa primeira e última refeição do dia: macarrão com carne moída e café com bolacha.

Estivéramos acampados em Cândido de Abreu, por cerca de 20 dias, sem poder trabalhar por causa da chuva ininterrupta. A rotina era pescar durante o dia e, à noite, matar ratos. A casa de madeira, onde passáramos esses dias, possuía um sótão, que servia de depósito para milho na época da safra e, no momento, servia de morada para inúmeras e enormes ratazanas. A escada de madeira que dava acesso ao sótão, era quase vertical e muito estreita.

À noite, a “rataiada” se divertia muito. Eram gritos, brigas, e, às vezes rolava uma ratazana escada abaixo. Durma com um barulho desses... Daí surgiu a ideia. Armamos uma ratoeira no alto da escada, isca de milho e, silenciosamente, nos deitamos para dormir. Quando um rato ficava preso na ratoeira, caía escada abaixo com a ratoeira presa ao pescoço e encontrava lá embaixo, no pé da escada, nós moradores, cada qual com um porrete na mão.  

Não sei ao certo que horas eram da madrugada. Os soldados se acomodaram em um quarto e eu com o compadre, sgt Messa, ocupamos um outro quarto. Acordei com o companheiro me sacudindo, preocupado:

- Compadre, acorde. Tem um rato aqui dentro. E parece que está roendo alguma coisa. Acendemos uma lanterna. Procura que procura, nada encontrando, voltamos a dormir.

- Você está com síndrome de rato. Ainda está sonhando com os ratos de Cândido de Abreu.

Contestou, relutou, mas voltamos a dormir.

O dia amanheceu diferente. A chuva cessara. O céu nublado estava mais claro. Prenunciava tempo bom.

Foi durante o café que ele me alertou:

- Compadre, tenho uma novidade. Lembra do rato dessa noite? Eu não voltei a dormir, preocupado com nosso material. Fiquei na escuta. Foi aí que descobri que o rato estava na sua cama. Mesmo no escuro me aproximei e o som do roedor era cada vez mais nítido.

- E daí? - perguntei, curioso.

- Acendi a lanterna. O rato era você. Você range os dentes. Igual ao ranger do roedor.


Julgamento do recurso de Lula no TRF/4, ao vivo.

Sargento da FAB morre na queda do Globocop

Convidada para participar do vôo do helicóptero Globocop, a sargento da Aeronáutica e controladora de Vôo Lia Maria Abreu de Souza, de 34 anos, é uma das duas vítimas fatais do acidente aéreo envolvendo o helicóptero, que prestava serviços de imagem à Rede Globo Nordeste, na manhã da terça-feira (23). Lia estava dentro da aeronave com mais duas pessoas.
Com 17 anos de atuação, a sargento trabalhou em São Paulo e no Acre antes de vir para o Recife, onde estava há aproximadamente dois anos. Ela completaria 35 anos nesta quinta-feira (25) e deixou um filho de 2 anos. 

Cmt do EB comenta a situação política do país

O comandante do Exército Brasileiro, General-de-Exército Eduardo Villas Bôas, afirmou que uma intervenção militar no país seria um retrocesso, embora, ainda segundo o general, uma pesquisa de opinião aponte que 43% da população apoie a ideia.

“Interpreto também aí uma identificação da sociedade com os valores que as Forças Armadas expressam, manifestam e representam”, completou. Isso é um termômetro da gravidade do problema que estamos vivendo no País. Uma intervenção militar seria um enorme retrocesso hoje, mas interpreto aí alguma identificação da sociedade com os valores que as Forças Armadas expressam”, afirmou Villas Bôas, em palestra durante o seminário “Brasil: Imperativo renascer”, promovido pela Insight Comunicação.

Sem citar as eleições de 2018, o comandante do Exército disse, em momento anterior da palestra, que esses valores estão se perdendo e que a sociedade brasileira corre o risco de uma fragmentação. “Se não uma fragmentação territorial, já está a caminho uma fragmentação social”, disse Villas Bôas na palestra.

Fonte: defesanet.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Orbis Universalis, 1512 - Hieronimi Mari


Publicado por Paulo Roberto de Almeida no Blog Diplomatizzando.

Este é o primeiro mapa conhecido em que o nome Brasil aparece para designar a América Lusitana. O norte está em cima.
Confeccionado em pergaminho iluminado, em 1511, em Veneza, pelo cartógrafo Jerônimo Marini. O original está no Ministério das Relações Exteriores. Foi adquirido, em 1912, pelo, então, ministro Lauro Müller (1863-1929), em um leilão da Libreria Antiquaria Pio Luzzietti, situada na Piazza Crociferi, em Roma, uma tradicional biblioteca italiana que fazia leilões de antiguidades desde o final do século 19.
O título do planisfério, em latim, é Orbis Typus Universalis Tabula. Sua autoria é identificada ao lado do título, como Hieronimi Mari fecit Venetia MDXI. Não se conhece outras informações sobre esse cartógrafo. Esse mapa era praticamente desconhecido antes do leilão. Seu nome, Jerônimo Marini, é deduzido da forma latinizada, publicada pelo autor, como Hieronimi Mari.
A América do Norte é a Nova Índia, pois até poucos anos antes, sua grande dimensão era desconhecida. Jerusalém está no centro do mundo. Note que o autor ainda acreditava que o Brasil era parte da costa oriental da Ásia. Para ele a América ainda não existia, nem o Oceano Pacífico. Por volta dessa época, a Austrália estava começando a ser conhecida com sua real localização no Globo e grandes dimensões. Alguns cartógrafos chegaram a confundir o Brasil com a Austrália.
Este mapa é mais uma prova de que o entendimento de que existia um Novo Mundo, entre a Ásia e a Europa, demorou a ser assimilado por muitos acadêmicos. Ambos, Colombo e Cabral, acreditaram terem aportado em uma das ilhas que apareciam próximas da costa oriental da Ásia, nos mapas da época.

Outro texto sobre o mesmo mapa.

Orbis Universalis, 1512

O mapa-múndi do veneziano Jerônimo Marini, de 1512, é a primeira carta onde aparece o nome Brasil para designar as terras até então conhecidas como de Vera Cruz, Santa Cruz, dos papagaios ou "del brazille". Desenhado em pergaminho, é um dos poucos mapas manuscritos do início do século XVI hoje existentes. Está de cabeça para baixo, pois, por influência dos costumes árabes, ele é orientado pelo sul. A Palestina, onde há um presépio, é colocada no centro da Terra, conforme a tradição medieval. O mapa apresenta os defeitos da época, como a representação errada da Inglaterra. Por outro lado, é inovador quanto à colocação mais exata da Escandinávia e da península de Malaca. A obra de Marini, cujo original está na Libreria Antiquari Pio Luzzeti, em Roma, é de grande importância na história geral da cartografia, pois documenta uma concepção veneziana do mundo que estava sendo descoberto. O Equador, embora passando ao sul de Gibraltar, corta o Mediterrâneo, ainda considerado, como na Idade Média, o eixo das terras habitadas. É também característica veneziana a presença maciça das regiões asiáticas, pólo de atração da época. Da América, vê-se apenas a costa oriental, com destaque para o Brasil. Em torno do mapa estão alegorias representando o Sol, a Lua, as estrelas e os ventos. Nos extremos oriental e ocidental, duas esfinges simbolizam os mistérios do mundo, que só mais tarde Fernão de Magalhães decifraria.
Reprodução do fac-símile outrora guardado na mapoteca do Ministério das relações Exteriores, situada no Rio de Janeiro, hoje no gabinete do Ministro das Relações Exteriores, em Brasília.

Dicas para o IV Encontro

Segue uma compilação de informações, repassadas pela Comissão Organizadora, para os veteranos que pretendem participar do IV Encontro Nacional, no período de 06 a 08 de Julho de 2018, em Manaus - AM.

Aquisição de passagem

Recomendamos aos companheiros que pretendem vir ao IV Encontro que providenciem as passagens com a devida antecedência. As passagens tendem a ficar mais dispendiosas na medida em que se aproxima a data da viagem. Principalmente para Manaus, pois as promoções são mais escassas.

Algumas opções de hospedagem

HOTEL GO INN Manaus
No centro da cidade, próximo ao Teatro Amazonas.
Single – R$ 139,00 + 2% ISS
Casal – R$ 152,00 + 2% de ISS
Mantém preço se reservar este ano. Não pede adiantamento.
Se houverem 10 ou mais reservas, faz desconto de cerca de 7%.
Rua Monsenhor Coutinho, 560
http://www.atlanticahotels.com.br/hotel/manaus/go-inn-manaus
e-mail: reservas.gmao@atlantica.hotels.com.br.
Tel.: 3306-2600

HOTEL AMAZONIA TOWER
No centro da cidade.
Preços em 2017:
Simples – R$ 120,00  casal – R$ 140,00 
– Mantém o preço para reserva com pagamento antecipado
Preços para 2018:   Simples – R$ 150,00        duplo – R$ 170,00
Av. Getúlio Vargas.
http://www.amazoniatowerhotel.com.br/
(92) 98414-1381

Hotel WHIDAM GARDEM (Categoria mais alta)
Às margens do Rio Negro, ao lado do Hotel Tropical
Single: R$ 198,00
Casal: R$ 246,00
https://www.wyndhamhotels.com/wyndham-garden/manaus-brazil/wyndham-garden-manaus/overview
Tel.: (92) 3306-4500

Hotel de categoria mais simples – sem café da manhã.
Hotel 10 de Julho
Rua 10 de julho, 679. Centro.
Simples: R$ 80,00. Duplo: R$ 100,00.
http://www.hoteldezdejulho.com.br/
Tel: (92) 99259-4956

Hotéis de Trânsito
Ambos os hotéis de trânsito: reserva por email. Enviar email a partir de dezembro, para verificar quando iniciará reserva para julho/2018.
HTO – Manaus:  hto.manaus@hotmail.com (92) 3625-2666 – (92) 3624-4464
HTS – Manaus:  htss.manaus@gmail.com (92) 3671-0321 – (92)3304-5415

Atividades Extra Encontro

Apresentação Folclórica de Boi
Os participantes que estiverem em Manaus na quinta-feira, 05/07, poderão apreciar a apresentação folclórica de boi, que acontece no Hotel Novotel, localizado no distrito industrial, por ocasião do jantar.

Levantamento único, apenas para ter um parâmetro, das atividades abaixo. Havendo interessados, poderemos verificar outras opções mais próximo do evento.

Presidente Figueiredo
Saída 08:00, retorno 17:00h. Em Van. Visita a duas cachoeiras: Asframa e Iracema. Há trilha até esta última. Corredeiras de Urubui, onde existem diversos restaurantes. R$ 150,00 por pessoa – só o transporte.

Santarém
Barco – 32 horas de viagem
Rede: R$ 120,00. Cabine para duas pessoas: R$ 500,00. Suite: R$ 650,00. Alimentação por fora. Preços atuais: Café R$ 8,00, almoço/jantar: R$ 12,00. Disponibilidade de lanches.

Teatro Amazonas
Aberto para visitação de terça-feira a sábado. R$ 20,00 para visita guiada.
Museu do Índio: mesmo horário. R$ 10,00.